28.9.09
23.9.09
31.7.09
2.6.09
O Voto é do Povo
SABIAM QUE O VOTO EM BRANCO É O MAIS EFICIENTE ???
Leiam mas não se esqueçam que temos de ir lá e ir votar, caso contrário esta "gente" que nos diz governar não aprende.
SE VOTAREM EM BRANCO, ou seja, receber o boletim, dobrar e entregar sem mais nada o que acontece, se a maioria da votação for de votos em branco, eles são obrigados a anular as eleições e fazer novas, mas com outras pessoas diferentes nas listas.
Nenhum politico fala nisto... porquê?
Imaginem só a bronca...
A legislação eleitoral tem esta opção para correr com quem não nos agrada, mas ninguém fala disso.
Não risquem os votos, porque serão anulados e não contam para nada.
VOTEM EM BRANCO!...
Não esquecer que enquanto o País está em crise, os deputados da Assembleia da República receberam carrinhos novos no valor de mais de um milhão de euros
O desemprego aumenta, as fábricas fecham, o povo vem para a rua e os eurodeputados vão para o Parlamento Europeu receber o dobro do que ganhavam. De 3815 euros passam para os 7665 brutos. Isto sem esquecer outros subsídios.
Não nos esqueçamos que os chamados partidos da oposição que tudo contestam, aprovaram por unanimidade a Lei do Financiamento dos Partidos, que passou de 20 e tal mil euros para um milhão e alguns trocos em dinheiro pois como sabemos o dinheiro não fala e depois vêm dizer que não há «lobbys». Ai não, não há!... São uns "beneméritos" as empresas que dão por fora uns dinheiritos para os partidos.
O Vital Moreira, um dos tais que cospe na mão que lhe deu de comer, dizia em 18 de Novembro de 2008 no Jornal "Público" o seguinte sobre os Professores, passo a citar:
a) Que não existe qualquer razão para que os professores não sejam avaliados para efeitos de progressão na carreira;
b) Que os professores não gozam de direito de veto em relação às leis do país, nem podem auto-isentarem-se do seu cumprimento, pelo que não é aceitável qualquer posição que implique resistência à aplicação do actual modelo de avaliação;
c) Que o governo não pode ceder às exigências dos professores, devendo antes abrir processos disciplinares a todos aqueles que ponham em causa a concretização da avaliação dos docentes tal como foi congeminada pelo Ministério da Educação;
d) Que o governo, na batalha contra os professores, deve esforçar-se por chamar a si a opinião pública, isolando, desta forma, a classe docente.
Fim de citação
Domingo vamos dar-lhes a resposta!... Vota em branco!
P.S. - Diz a Comissão Nacional de Eleições (CNE) que não é verdade que uma maioria do voto em branco implique novas eleições, passo a citar:
"Os votos em branco, bem como os votos nulos, não sendo votos validamente expressos relativamente a cada lista concorrente à eleição, não têm influência no apuramento do número de votos e da sua conversão em mandatos".
Fim de citação.
Pode não dar para novas eleições mas demonstra inequivocamente que os Portugueses deixaram de acreditar nos políticos que temos.
19.5.09
11.5.09
Que é Feito das Violas da Revolução?
Reportagem feita pela TSF em 24 de Abril aos cantautores e músico: APBraga, Francisco Fanhais, Rui Pato e José Barata Moura.
De APBraga poderão ler, neste blogue, um pouco mais no tema que escrevi sobre este cantautor.
Francisco Fanhais, conhecido também por Padre Fanhais, foi uma voz que o clero teve o cuidado de afastar, era uma voz incómoda.
Rui Pato que, com 15 anos, foi a viola que acompanhou Zeca Afonso até 1969 e depois Adriano Correia de Oliveira.
José Barata Moura que, para além das Canções de Intervenção, ficou conhecido também pelas canções dedicadas às crianças.
Com a devida vénia aqui fica reproduzida essa entrevista.
TSF
«Palcos? Isso era um luxo!», lembra Francisco Fanhais, à sombra da memória de concertos sobre tractores, dando força a ocupações populares. Ainda no tempo da outra senhora, já o padre Fanhais tinha percebido que era preciso «cantar mais do que as asas dos anjos».
35 anos depois do 25 de Abril, nos testemunhos de alguns cantores e músicos, reencontramos o antes e o depois da revolução. O médico Rui Pato recorda como, ainda rapaz novo, conheceu Zeca Afonso e Adriano Correia de Oliveira: «tempos de risco, tempos de fascínio». O informático AP Braga aprendeu a «não fazer aos outros aquilo que não gosto que não me façam a mim». O professor universitário José Barata Moura pensa que «continua a justificar-se um lugar para o canto político de intervenção e de crítica social».
«Que é Feito das Violas da Revolução?» é uma reportagem de Mário Dias com sonoplastia de João Félix Pereira.
Pode-se ouvir neste aparelho cada um dos intervenientes ou reproduzir toda a reportagem.
De APBraga poderão ler, neste blogue, um pouco mais no tema que escrevi sobre este cantautor.
Francisco Fanhais, conhecido também por Padre Fanhais, foi uma voz que o clero teve o cuidado de afastar, era uma voz incómoda.
Rui Pato que, com 15 anos, foi a viola que acompanhou Zeca Afonso até 1969 e depois Adriano Correia de Oliveira.
José Barata Moura que, para além das Canções de Intervenção, ficou conhecido também pelas canções dedicadas às crianças.
Com a devida vénia aqui fica reproduzida essa entrevista.
TSF
«Palcos? Isso era um luxo!», lembra Francisco Fanhais, à sombra da memória de concertos sobre tractores, dando força a ocupações populares. Ainda no tempo da outra senhora, já o padre Fanhais tinha percebido que era preciso «cantar mais do que as asas dos anjos».
35 anos depois do 25 de Abril, nos testemunhos de alguns cantores e músicos, reencontramos o antes e o depois da revolução. O médico Rui Pato recorda como, ainda rapaz novo, conheceu Zeca Afonso e Adriano Correia de Oliveira: «tempos de risco, tempos de fascínio». O informático AP Braga aprendeu a «não fazer aos outros aquilo que não gosto que não me façam a mim». O professor universitário José Barata Moura pensa que «continua a justificar-se um lugar para o canto político de intervenção e de crítica social».
«Que é Feito das Violas da Revolução?» é uma reportagem de Mário Dias com sonoplastia de João Félix Pereira.
Pode-se ouvir neste aparelho cada um dos intervenientes ou reproduzir toda a reportagem.
25.4.09
Voltaram os Vampiros...
25 de Abril de 1974
Um sonho tornado realidade! Abre-se no peito dos portugueses o grito da Vitória, o grito da Liberdade!
25 de Abril de 2009
Em Santa Comba de Dão será inaugurada uma praça com o nome do ditador Salazar.
O grito dos portugueses está agora mais baixo... Mais baixinho... Tão baixinho que já nem se ouve. Só se vêem bocas a abrir, bocas a fechar e delas já não sai som nenhum.
Porque morreste Salgueiro Maia? Porque caminhos já andam os teus ideais de Abril? Com a tua morte, do Zeca Afonso, Ary dos Santos, Adriano Correia de Oliveira morreram as Vozes e a esperança de um País.
Agora andam por aí uns vermes mudando de pele. Ontem de cravo ao peito, hoje de cutelo na mão. Até o poeta “morreu”, já não alegra ninguém!
O povo vai aguardando que o garrote se feche... Serenamente! Hoje em Santa Comba, depois na TV, na Rádio e o círculo começa a fechar-se.
Se não acordares hoje Povo de Abril, amanhã será tarde!!!
Salgueiro Maia, último Herói de Abril, o País está de novo como o teu busto em Castelo de Vide... Cinzento!... Voltaram os vampiros!...
Arranjos do Vídeo e foto: Marius70
25.3.09
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